Arcebispo dos EUA: "A Igreja deve aproximar-se dos homossexuais"
O encontro aprofundou a sua "preocupação pastoral, compreensão e julgamento correto" sobre os homossexuais.
"Como Igreja, receio que não estejamos a aproximar-nos suficientemente dos nossos irmãos e irmãs L.G.B.T.Q.; não estamos a avançar juntos na mesma viagem".
O Arcebispo Wester chama a isto "especialmente verdade quando se trata das experiências das nossas pessoas transgénero e não binárias, muitas das quais sentem que as abordamos com suspeita e hostilidade".
Para o Arcebispo Wester, os pecados destas pessoas são "trajectos humanos profundamente complexos e pessoais".
A sua estadia em Racine foi "uma oportunidade para adquirir uma visão mais profunda e empática das pessoas transgénero".
O Arcebispo começou a acreditar que "o género é determinado por áreas especializadas do cérebro" e compara a distorção sexual a ser canhoto ou destro.
Ouviu testemunhos "comoventes" de "um homem transgénero" e da mãe de uma "rapariga transgénero", ambos alegando "um sentido de identidade inato e profundo que se manifestou logo aos 3 anos de idade".
O Arcebispo Wester acredita na ideologia de que "a identidade de género não é uma mera 'escolha' ou uma 'fase' passageira, mas uma experiência profundamente sentida da personalidade, aparentemente enraizada na intrincada interação da biologia e da neurologia".
Tradução de IA